Coleções

Pequena taça para vinho, em jade nefrite branco acinzentado, translúcido e ligeiramente mosqueado, de concha em forma de gota com lóbulos marcados (godrões) e pega em forma de cabeça de cabra, provavelmente da famosa cabra de Caxemira (Capra hircus laniger), conhecida por Changthang, e que habita as montanhas a norte no subcontinente indiano, nos atuais Ladakh (no Kashmir) e Baltistan, de onde se obtém a tão apreciada lã de caxemira.

"Sem título"
Óleo sobre madeira
Assinado e datado c.i.d.
Dim.: 34,0 x 69,0 cm

"Untitled"
Oil on board
Signed and dated
Dim.: 34,0 x 69,0 cm

No verso:/On the back:

- "Armando de Basto, Paris, 1912"

"Sem Título" – Linha de Água

1982

Jarro e bacia em prata portuguesa, trabalho da primeira metade do séc. XVIII, segundo modelo do ourives Luís Gonçalves (c. 1551).

O jarro tem o corpo liso, em forma de balaústre, com largo bocal terminando em bico. Asa de expressão rocaille formando um “S” invertido, acabando em dupla voluta. A bacia, de bordo elevado, tem o centro circular limitado por moldura alteada para encaixe do jarro.

Faiança Portuguesa
Lisboa, c.1700
Alt.: 28,0 cm
Imponente par de mangas de farmácia em faiança portuguesa, da segunda metade do séc. XVII, de formato tubular, ligeiramente estrangulado ao centro, com pé circular, colo baixo e bordo revirado, decorado a azul sobre esmalte branco.
O bojo é preenchido com as exuberantes armas da Ordem dos Dominicanos, encimadas por coroa real fechada, de onde pende uma pequena borla.
Está ladeado por elementos vegetalistas onde sobressaem folhas de acanto, cornucópias e um edifício, representando eventualmente o mosteiro.

Extraordinário prato de faiança portuguesa com decoração geométrica, dita islâmica, na aba e paisagem no centro, inspirada na porcelana chinesa do reinado Wanli. Decorado a azul‑cobalto, sobressai no fundo um dodecágono vegetação exótica, com com uma ave num charco a levantar voo.

Harmoniosa banca ou mesa indo-portuguesa do séc. XVII, de duas gavetas e travejamento duplo, em teca com embutidos em ébano. Tampo rectangular saliente, uma característica comum neste género de mobiliário, com elegante decoração, dada pela simplicidade dos embutidos. Ao centro formas geométricas e vegetalistas, parecendo delinear uma roseta e caules com folhas estilizadas, motivo este que se repete nos cantos garantindo a continuidade com o padrão vegetalista do centro.

Tambuladeira barroca de grandes dimensões, em prata portuguesa com decoração gravada com escudo de armas europeu sobre um listel com o mote POST-MORTEM-VIRTUS-VIRESCIT, redecorada posteriormente.

Eugénio da Costa foi um prolífero prateiro especializado no repuxado de gomos, assinando algumas salvas de gomos e tambuladeiras. 

Páginas