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Prata portuguesa. Corpo liso em forma de pêra alongada com acabamento brunido, assente sobre três pés de sapata. Bico em cabeça de cisne com caneluras assimétricas, decorado com vieira estilizada na ligação ao bojo.

Tampa em forma de cúpula, articulada por charneira, com pomo em forma de pinha.

Asa em madeira entalhada e decorada com volutas na ligação ao corpo. Este sóbrio exemplar vive sobretudo da forma e da beleza do metal praticamente despojado de decoração.

Faiança Portuguesa "Decoração Geométrica"
Lisboa, 1600-1620
Alt.: 23,0 cm

Pot
Portuguese faience "Geometric Pattern"
Lisbon, 1600-1620
Height: 23,0 cm

A Virgem com O Menino e São João Baptista (c.1650-1660)
Óleo sobre cobre
Não assinado; não datado
Dim.:16,3 x 20,5 cm

Figurou / Exhibited:
-Josefa de Óbidos e a Invenção do Barroco Português, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa 2015

Reproduzido / Published:
Josefa de Óbidos e a Invenção do Barroco Português; Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa 2015 - cat. p. 80, nº 12

The Virgin and Child and John the Baptist
Oil on copper
Unsign and undated
Dim.: 16,3 x 20,5 cm

Cofre de secção octogonal, em filigrana de prata, trabalho goês do séc. XVII, totalmente decorado com elementos que se enrolam e se cruzam ao gosto oriental. Na tampa, monograma coroado ao centro, inserido numa orla redonda, ladeado por “CC” e “SS” encostados e volutas, de onde partem enrolamentos fitomórficos.

Polvorinho em chifre de antílope - "Nilgai" - com elegante terminal em marfim representando a Makara, animal da mitologia Hindu, possuidor de forte significado para as comunidades locais.

Salva redonda em prata portuguesa, ornamentada por catorze gomos sulcados e dispostos em torno do centro. Medalhão central liso relevado, emoldurado por perfil convexo e com marca de posse SVRº gravada no centro.

“Cena do Quotidiano”

Polvorinho em chifre de antílope - "Nilgai" - com elegante terminal em marfim representando a Makara, animal da mitologia Hindu, possuidor de forte significado para as comunidades locais.

Secretária com tampo de rebater da época Luís XV, estampilhada por Nicolas-Pierre Séverin (1728–1798) no tardoz, maître ébéniste em 1757.

De formato rectangular com cantos cortados, o corpo superior com tampo de rebater forrado no interior com couro esverdeado e está dividido em pequenas gavetas e prateleiras para arrumação de documentos. Encimado por gaveta estreita onde assenta um tampo de mármore.

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