Coleções

Raras arquinhas açoreanas de tampo liso. Corpo decorado em círculos secantes moldurados com tremidos e duas gavetas almofadadas com decoração de tremidos. Pés de bolacha finamente torneados. Interiores em pau‑santo; fundos do interior das arcas com respiradouros em forma de flor entalhada e vazada. Ferragens em latão recortado.

Cafeteira neoclássica em prata portuguesa de invulgar dimensão e grande elegância. Corpo gomado, definido por caneluras que alternam com superfícies lisas. Base redonda com cercadura de continhas e ornamentada por canelados côncavos que continuam pela base do bojo.

Bico desenhando colo de cisne, ornamentado com duas fileiras de finos perlados e uma folha de acanto junto à boca. Pega em pau-santo, esculpida com apoio para o polegar em forma de crescente.

"Sombra Projectada de Isaura Moniz de Bettencourt"

1966

Soberba caixa-escritório Cíngalo-Portuguesa de formato paralelepipédico em madeira exótica e marfim assentando sobre quatro pés finamente torneados no mesmo material. Os finos painéis de marfim que a revestem, delicadamente vazados e entalhados estão fixos à carcaça de madeira através de minúsculas cavilhas de marfim e emoldurados por bandas de marfim gravadas com enrolamentos característicos do repertório decorativo Cingalês.

“Cena do Quotidiano”

Polvorinho em chifre de antílope - "Nilgai" - com elegante terminal em marfim representando a Makara, animal da mitologia Hindu, possuidor de forte significado para as comunidades locais, de cuja boca emerge uma gazela.

Fantástica salva armoriada D. José de três pés, em prata portuguesa, trabalho do notável prateiro João Coelho Sampaio. Fundo liso com imponente representação heráldica de cartela coroada “Ave” e moldurado com tarja de aletas, flores e folhagens gravadas.

Orla alteada e recortada com superfícies curvilíneas alternando com canelados ondulados, aletas e vieiras estilizadas, repuxadas e cinzeladas. O bordo rebitado à base, técnica muito comum à época.

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