Pratas e Filigranas

Nº de referência da peça: 
B229

Cofre relicário em filigrana de prata branca e dourada. De formato retangular, com tampa trapezoidal é enriquecido nas arestas com colunas dóricas. Toda a decoração é preenchida de vergónteas ondulantes com enrolamentos e inserida em painéis arrendados, contornados por encordoados, no centro dos quais sobressaem florões, cuja corola é formada por pequeno quadrado em prata dourada.

Nº de referência da peça: 
B250

Cofre de formato rectangular, em trabalho de filigrana, do séc. XVII, obra dos Mestres do Ofício de Goa. Peça rara e invulgar, quer pelo formato trilobado do tampo, quer pela riquíssima ornamentação, onde se destaca uma exuberante flor de Lótus aberta no fecho.

Nº de referência da peça: 
B228

Par de jarras de pequenas dimensões em filigrana de prata, destinadas a conter ervas aromáticas ou pétalas. Preenchidas na sua totalidade por uma exuberância decorativa, com um intrincado trabalho de enrolamentos sinuosos e arabescos, típico ornato que emprega desenhos de flores.

Assenta sobre pés troncocónicos de bordo decorado com recortes vazados. A influência oriental faz-se notar nos padrões geométricos, em desenhos de curvas e contracurvas entrelaçadas, simbolizando o movimento infinito.

Nº de referência da peça: 
B255

Objecto de prata de âmbito civil, usado para lavar as mãos no ritual que antecedia as refeições da aristocracia portuguesa, este extraordinário aquamanil, de grandes dimensões e peso, pertence a um grupo de cerca de oito peças dispersas pelo globo.

Nº de referência da peça: 
B256

Invulgar cofre em formato de baú, em filigrana de prata rendilhada e vazada, atribuível a mestres goeses do século XVII. Corpo de forma paralelepipédica com pegas laterais, que assenta sobre quatro pé esféricos, sendo a tampa de secção arredondada em volta perfeita, encerrando com uma exuberante flor-de-lótus desabrochada.

Nº de referência da peça: 
B235

Cofre de secção octogonal, em filigrana de prata, trabalho goês do séc. XVII, totalmente decorado com elementos que se enrolam e se cruzam ao gosto oriental. Na tampa, monograma coroado ao centro, inserido numa orla redonda, ladeado por “CC” e “SS” encostados e volutas, de onde partem enrolamentos fitomórficos.