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Par de castiçais neoclássicos em prata portuguesa. Base elíptica, vazada em gradinha, assente sobre quatro pés salientes em bola, da qual se eleva a corola de uma flor de oito pétalas gomadas, terminando em gotas. Este padrão repete-se no fuste e no copo, separados por bolachas.

A haste canelada é interrompida por uma cinta transfurada, com quatro reservas lisas. Nó e arandelas elípticas em gradinha, desenhadas segundo o padrão decorativo da base.

Elegante cafeteira Josefina com três pés, em prata portuguesa. Em forma de pêra alongada, decorada com ramos de flores, folhagens e entablamentos arquitectónicos recurvos, com uma decoração de dinâmica expressão plástica, muito ao gosto da época. No bojo, a decoração é composta por um ramo florido central, com um cercadinho de flores com ramagem.

F653  Painel de Azulejos Portugal, séc. XVIII Painel de 66 azulejos representando duas albarradas: vasos de flores ladeados por meninos que seguram capitel. Um palmito encimado por querubim alado separa as duas albarradas. Moldura com faixa barroca.

F1049 — “Alegoria às Artes”

C467 Faiança portuguesa Magnífica e invulgar talha de faiança portuguesa, da segunda metade do século XVII, de pequena dimensão, com pronunciada forma bojuda, rodada, duas asas características e gargalo elevado, de bordo ondulante e divergente, coberta de esmalte estanífero branco com decoração policroma pouco vulgar.

C504 - Faiança Portuguesa “Pré-aranhões”.
Belo prato de grandes dimensões, com covo pouco acentuado e de aba levantada, esmaltado a branco e decorado a azul-cobalto e vinoso de manganês, em faiança portuguesa da primeira metade do século XVII, inspirada na porcelana chinesa Kraak do período Wanli, dinastia Ming.

No fundo desenvolve-se paisagem de influência oriental, com um gamo junto a um varandim e exuberante vegetação exótica.

C553 “Família Verde” Prato de grandes dimensões, do período Kangshi, em porcelana branca decorados com esmaltes da “Família Verde” sob vidrado. Fundo delimitado por dois círculos concêntricos e decorado com cena de jardim com balaustrada, onde duas guanines em traje de aparato conversam e cheiram uma flor, perto de uma mesa com vasos floridos. Completam o quadro, flores e ameixeira florida.

F873 Excepcional Menino Jesus Salvador do Mundo, cíngalo-português do séc. XVI, em marfim. Esta imagem de grandes dimensões, e com uma qualidade escultórica notável é, sem dúvida, uma obra-prima da imaginária cingalesa. O Menino está representado de vulto prefeito, com uma postura majestática, abençoando com a mão direita e segurando a vara com a esquerda. Tem o pé direito sobre o orbe terrestre e ergue-se sobre uma peanha, com o fuste representando querubim.

A427 Elegante meia-comoda D. José, do século XVIII, em pau-santo maciço de bonita vergada. Tampo de forma retangular, recortado, com linhas onduladas, emolduradas e rebaixadas, acompanhando a curvatura da frente e ilhargas. Caixa ondulada e abaulada, com duas gavetas e gavetão, orlados por moldura simples. Saial da frente recortado e entalhado, marcado por concha central, denticulada e assimétrica, ladeada por volutas concheadas em “C” e “S”, e finas hastes floridas. Ilhargas recortadas e entalhadas com motivos decorativos rocaillescos.

C421 Excepcional prato de faiança portuguesa de grandes dimensões, com covo pouco acentuado e de aba levantada, coberto com esmalte branco e pintado a azul e vinoso de manganês, num minucioso trabalho de composição designado de Desenho Miúdo. A decoração é tipicamente chinesa com o covo e a aba preenchidos por paisagem orientalizante. No centro surgem dois monges budistas sobre uma ponte à sombra de uma umbella inseridos numa profusa composição vegetalista.

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