Adagas e Polvorinhos

Nº de referência da peça: 
F964

Polvorinho em chifre de antílope - "Nilgai" - com elegante terminal em marfim representando a Makara, animal da mitologia Hindu, possuidor de forte significado para as comunidades locais.

Nº de referência da peça: 
F963

Polvorinho em chifre de antílope - "Nilgai" - com elegante terminal em marfim representando a Makara, animal da mitologia Hindu, possuidor de forte significado para as comunidades locais, de cuja boca emerge uma gazela.

Nº de referência da peça: 
F962

Polvorinho em chifre de antílope - "Nilgai" - com elegante terminal em marfim representando a Makara, animal da mitologia Hindu, possuidor de forte significado para as comunidades locais.

Nº de referência da peça: 
F622

Adaga tradicional com lâmina em aço de um só gume, de forma plana e ligeiramente curva.
O cabo apresenta motivo zoomórfico de cabeça de leão, executado em prata relevada e cinzelada com olhos em cabochons de rubi, detalhe que lhe confere um forte carácter realista. Este detalhe decorativo sugere que esta adaga deverá ter pertencido a um alto dignitário da corte Mogol.

Nº de referência da peça: 
F621

Elegante adaga de formato delicado, com cabo feito de placas lisas de marfim fixas por rebites e enriquecido com rubis em cabochon encastoados a ouro com técnica de Kundan, desenhando um friso.
Lâmina em aço com elegante formato em ferrão de escorpião, assemelhando-se à das tradicionais "Bichawas".

Aço, marfim, ouro e rubis
Índia, séc. XVIII
Dim.: 22,0 cm

Nº de referência da peça: 
F746

Adaga do tipo "Pesh-Kabs" com lâmina em aço damasquino, de gume simples. O punho não apresenta guardas e é totalmente revestido por finas placas de madrepérola fixas por pequenos pinos.
O formato da lâmina, em "T", é a principal característica desta tipologia. Larga junto à base do punho, adelgaça e termina em fina ponta. Este curioso formato foi concebido essencialmente para perfurar cotas de malha.
A "Pesh-Kabs" é um tipo de adaga originária da Pérsia, actual Irão, onde é denominada por "Karud", e muito apreciada no seio da corte Mogol.

Nº de referência da peça: 
F803

Khanjar com lâmina em aço damasquino de forma plana e ligeiramente curva, com dois gumes e nervurada ao centro. O punho, em jade verde com a forma de cabo de pistola, típico do reinado de Aurangzeb (1658-1707), apresenta delicado relevo com motivos vegetalistas - exuberantes folhagens intrincadas, terminando com flor desabrochada nos topos.

Aço damasquino e jade verde
Índia, séc. XVII
Dim.: 35,0 cm

Nº de referência da peça: 
F675

Punho de adaga monolítico em jade leitoso dito "mutton fat", decorado com delicado e rico trabalho de lapidação representando motivos florais - flores de lótus inseridas em campo delimitado por pequenas pétalas - padrão típico do reinado de Shah Jahan (1628 - 1658). O chape - pequena peça que decora a boca da bainha - segue o mesmo esquema decorativo.

Jade verde-claro
Índia, séc. XVII
Dim.:
Punho: 11,5 cm
Chape: 3,0 cm

Nº de referência da peça: 
F623

Adaga com lâmina em aço, de formato recto e com um só gume. O punho em jade apresenta um motivo zoomórfico - Cabeça de Tigre, com pequenos olhos de rubis que lhe conferem maior realismo.
Este tipo de adaga era tradicionalmente utilizado no lado esquerdo do cinto no traje mogol típico da época.
O facto de o cabo apresentar uma cabeça de tigre - um símbolo imperial- e de ser executado em jade, confere destaque e relevo a este exemplar, seguramente destinado a um importante membro da corte próximo do Imperador.

Aço, Jade e Rubis
Índia, séc. XVII
Dim.: 24,5 cm

Nº de referência da peça: 
F748

Belíssima adaga com punho em marfim de morsa com "cabochons" de rubis encastoados a ouro com técnica de "Kundan", desenhando um friso e uma flor de seis pétalas de cada face e, na extremidade, uma elipse com motivo geométrico. Lâmina recta e bastante robusta de um só gume, em aço damasquino e com dorso reforçado.
É bem visível nesta adaga a influência e características persas que pautaram muita da arte típica do Império Mogol. As suas origens remontam à Pérsia, com a qual mantiveram intensas relações diplomáticas e comerciais, privilegiando sempre a cultura e estética Safávida.

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