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Prata portuguesa. Corpo liso em forma de pêra alongada com acabamento brunido, assente sobre três pés de sapata. Bico em cabeça de cisne com caneluras assimétricas, decorado com vieira estilizada na ligação ao bojo.

Tampa em forma de cúpula, articulada por charneira, com pomo em forma de pinha.

Asa em madeira entalhada e decorada com volutas na ligação ao corpo. Este sóbrio exemplar vive sobretudo da forma e da beleza do metal praticamente despojado de decoração.

Cofre de secção octogonal, em filigrana de prata, trabalho goês do séc. XVII, totalmente decorado com elementos que se enrolam e se cruzam ao gosto oriental. Na tampa, monograma coroado ao centro, inserido numa orla redonda, ladeado por “CC” e “SS” encostados e volutas, de onde partem enrolamentos fitomórficos.

Transição D.João V (1706-1750) / D. José I (1750-1777)

Placa em marfim rectangular em alto-relevo e profusamente decorada, representando a Árvore de Jessé, árvore genealógica terrena de Jesus desde Jessé, pai do Rei David.

Polvorinho em chifre de antílope - "Nilgai" - com elegante terminal em marfim representando a Makara, animal da mitologia Hindu, possuidor de forte significado para as comunidades locais.

Porcelana chinesa de exportação "Companhia das Índias" decorada com belos esmaltes “Família Rosa” sobre o vidrado. No fundo, delimitado por um círculo, dois rochedos com composição vegetalista onde sobressaem três grandes peónias e dois galos simulando uma luta. Na aba moldura rosa recortada e preenchida com motivos florais repetitivos, alternando com reservas de fundo azul com nuvens brancas.

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