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"Composition sur Fond Vert Rythmes"

c.1960

Tecido em damasco de fio de seda e aplicação de lantejoulas prateadas. Bordado direto com pontos de ouro em fio de papel laminado prateado, com alma em seda e cordão do mesmo fio.

Prato em faiança portuguesa da primeira metade do séc. XVII, com covo pouco acentuado e aba levantada, esmaltado a branco de estanho e decorado a azul-cobalto e vinoso de manganês, inspirada na porcelana chinesa Kraak do reinado Wanli, dinastia Ming.

“Todos os que Caem – II”

2009

Pequena taça para vinho, em jade nefrite branco acinzentado, translúcido e ligeiramente mosqueado, de concha em forma de gota com lóbulos marcados (godrões) e pega em forma de cabeça de cabra, provavelmente da famosa cabra de Caxemira (Capra hircus laniger), conhecida por Changthang, e que habita as montanhas a norte no subcontinente indiano, nos atuais Ladakh (no Kashmir) e Baltistan, de onde se obtém a tão apreciada lã de caxemira.

Excepcional prato em faiança portuguesa, com covo pouco acentuado e aba levantada, coberto com esmalte branco e pintado a azul e vinoso de manganês, num minucioso trabalho de composição designado de Desenho Miúdo. A decoração é tipicamente chinesa com o covo e a aba preenchidos por paisagem orientalizante. No centro surgem dois monges budistas sobre uma ponte à sombra de uma umbella inseridos numa profusa composição vegetalista.

Extraordinário prato de faiança portuguesa com decoração geométrica, dita islâmica, na aba e paisagem no centro, inspirada na porcelana chinesa do reinado Wanli. Decorado a azul‑cobalto, sobressai no fundo um dodecágono vegetação exótica, com com uma ave num charco a levantar voo.

Par de Leões de Fô em porcelana vidrada sobre biscuit decorados com esmaltes da “Família Verde”, numa grande exuberância cromática. De grandes olhos, mostrando um olhar feroz e com grandes orelhas, ambas amovíveis, boca vazada com língua exposta, traduzindo uma expressão impiedosa.

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