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Pote em faiança portuguesa do séc. XVII, de forma ovóide com duas asas, decorado a azul cobalto e vinoso de manganês. No bojo destacam-se dois bustos femininos com toucados à moda da época, as "Bellas", influências da majólica italiana, separados por vegetação ao sabor da porcelana chinesa.

"Le Choux Rouge Sur la Ville"

 1967

Garrafa em porcelana de bojo piriforme, gargalo alto e estreito com anel saliente, com decoração a azul-cobalto sob vidrado brilhante. Na base bojuda destaca-se uma delicada paisagem chinesa, com montanhas, casario, vários tipos de árvores e  elementos vegetalistas, limitada em simetria por várias cercaduras, constituídas por elementos florais e finos enrolamentos de caules que circundam margaridas desabrochadas e pequenas folhas que criam padrão ritmado entre outros.

Adaga de tipo "Pesh-Kabs" com lâmina em aço damasquino de gume simples. O punho não apresenta guardas e é totalmente revestido por finas placas de madrepérola fixas por pequenos pinos.
O formato da lâmina, em "T", é a principal característica desta tipologia. Larga junto à base do punho, adelgaça e termina em fina ponta. Este curioso formato foi concebido essencialmente para perfurar cotas de malha.

Khanjar com lâmina em aço damasquino de forma plana e ligeiramente curva, com dois gumes e nervurada ao centro. O punho, em jade verde com a forma de cabo de pistola, típico do reinado de Aurangzeb (1658-1707), apresenta delicado relevo com motivos vegetalistas - exuberantes folhagens intrincadas, terminando com flor desabrochada nos topos.

Aço damasquino e jade verde
Índia, séc. XVII
Dim.: 35,0 cm

Magnífica talha em faiança portuguesa, da segunda metade do século XVII, com pronunciada forma bojuda, rodada, duas asas opostas e gargalo elevado de bordo ondulante e divergente, revestida de esmalte estanífero com decoração policroma pouco vulgar.

"Sombra Projectada de Isaura Moniz de Bettencourt"

1966

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