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Salva redonda em prata portuguesa, ornamentada por catorze gomos sulcados e dispostos em torno do centro. Medalhão central liso relevado, emoldurado por perfil convexo e com marca de posse SVRº gravada no centro.

Importante caixa escritório indo-portuguesa,
entalhada em baixo-relevo com tampa de rebater e gavetão, lacada e negro e dourada. A tampa é articulada por gonzos em ferro, e ferrolho do mesmo metal com decoração incisa, fechando sobre espelho em forma de escudete liso com vestígios de ouro; cinco tachões radiados cobrem as pontas dos grampos, tanto do ferrolho como da dobradiça.

Barretina D. José de madeira integralmente revestida a pele de cação. O interior, forrado a veludo, é compartimentado para conter faqueiro de doze pessoas. Ferragens em latão gravado.

O faqueiro em prata portuguesa relevada, é composto por 12 facas e garfos de resto, e 12 colheres de sopa.

Pequena taça em ágata matizada e de tons fumados que tem como característica principal o facto de ser entalhada de um único bloco de mineral. As ágatas são uma das muitas formas da calcedónia, um tipo de quartzo onde se incluem também as cornalinas e os heliotrópios.

Raras arquinhas açoreanas de tampo liso. Corpo decorado em círculos secantes moldurados com tremidos e duas gavetas almofadadas com decoração de tremidos. Pés de bolacha finamente torneados. Interiores em pau‑santo; fundos do interior das arcas com respiradouros em forma de flor entalhada e vazada. Ferragens em latão recortado.

Faiança Portuguesa "Desenho Miúdo"
Lisboa, 1660-1680
Alt.: 29,0 cm

Prov.: Colecção Rui Quintela

Bottle´
Portuguese faience "Desenho Miúdo"
Lisbon, 1660-1680
Alt.:

Ao contrário da maioria das tipologias de mobiliário produzido na Ásia para o mercado europeu, seguindo protótipos levados pelos Portugueses no século XVI, este modelo segue uma forma em uso na Ásia, nomeadamente no Japão. Estas raras peças de mobiliário ficaram conhecidas em português como ventó, de bentó, uma palavra de origem japonesa.

Bela e rara escultura de grandes dimensões de Menino Jesus Bom Pastor em marfim, trabalho indo -português do séc. XVII.

Pote em faiança portuguesa do séc. XVII, de forma ovóide e colo curto, decorado a azul‑cobalto e vinoso de manganês. O bojo é seccionado por duas reservas circulares decoradas com bustos femininos, com toucados à moda da época, as "Bellas" de influência na majólica italiana, e que alternam com losangos ornamentados por flores de corolas abertas. Junto ao bordo uma faixa de volutas brancas em fundo azul, e na base, entre duas faixas, uma cercadura de volutas muito ao gosto barroco, envolvidas por filetes a vinoso de manganês.

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