Coleções

França, Gótica

Objecto de prata de âmbito civil, usado para lavar as mãos no ritual que antecedia as refeições da aristocracia portuguesa, este extraordinário aquamanil, de grandes dimensões e peso, pertence a um grupo de cerca de oito peças dispersas pelo globo.

"Casas de Pescadores, Buarcos"

Secretária com tampo de rebater da época Luís XV, estampilhada por Nicolas-Pierre Séverin (1728–1798) no tardoz, maître ébéniste em 1757.

De formato rectangular com cantos cortados, o corpo superior com tampo de rebater forrado no interior com couro esverdeado e está dividido em pequenas gavetas e prateleiras para arrumação de documentos. Encimado por gaveta estreita onde assenta um tampo de mármore.

D482  “Torre” 2009

“A Menina Gaivota em Dias de Nevoeiro”

2005

 

Cafeteira em prata portuguesa de invulgar dimensão, com corpo em forma de balaústre, avivado por frisos perlados que contornam as linhas essenciais. O bojo revelando uma sinuosidade elegante, é ornamentado na base por canelados côncavos e na parte superior por molduras ovais centrais, com fitas enlaçadas no topo, unidas por grinaldas de folhas e flores, numa gravação muito suave.

Excepcional cofre das oficinas de Guzarate, em tartaruga guarnecida a prata, datável da 2ª metade do século XVI.

Raro e original recipiente em prata portuguesa do século XVII, concebido como uma escultura de cariz naturalista representando um mocho, peça de que se conhecem muito poucos exemplares e que teria sido utilizada durante o culto religioso. É constituído por duas partes: a tampa, em forma da cabeça da ave e o receptáculo, com a fisionomia do corpo do pássaro de pé sobre as patas e com as asas sobrepostas sobre a cauda. O bico é adunco e os olhos têm material vítreo branco e preto incrustado.

Páginas