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Porcelana chinesa de exportação "Companhia das Índias".

Conjunto de peças decoradas com esmaltes policromados “Família Rosa” sob vidrado, representando paisagens com pavões, rochedos e grande peónia entre outros elementos vegetalistas, terminando em bordo liso ou recortado. Esta decoração é conhecida por serviço dos pavões, um dos oito serviços que D. João VI levou para o Brasil em 1807.

Menino Jesus de grandes dimensões em marfim, trabalho proveniente das oficinas luso‑tailandesas, do século XVII.

Encontra-se “reclinado” na consagrada posição em que Buda morreu, sendo esta representação unicamente utilizada no budismo da Tailândia (antigo Sião); traduz a passagem de Buda para o nirvana, estado onde se alcança a profunda paz de espírito, pela pureza dos pensamentos.

Par de Leões de Fô em porcelana vidrada sobre biscuit decorados com esmaltes da “Família Verde”, numa grande exuberância cromática. De grandes olhos, mostrando um olhar feroz e com grandes orelhas, ambas amovíveis, boca vazada com língua exposta, traduzindo uma expressão impiedosa.

Excepcional Menino Jesus Salvador do Mundo, cíngalo-português do séc. XVI, em marfim. Esta imagem de grandes dimensões, e com uma qualidade escultórica notável é, sem dúvida, uma obra-prima da imaginária cingalesa. O Menino está representado de vulto prefeito, com uma postura majestática, abençoando com a mão direita e segurando a vara com a esquerda. Tem o pé direito sobre o orbe terrestre e ergue-se sobre uma peanha, com o fuste representando querubim.

Pente em marfim esculpido em baixo-relevo e cravejado de rubis em ambas as faces. Duas apsaras ou deusas celestiais, com elaborados penteados, arrecadas e colares ao pescoço, vestidas com plissados, dançam temas rituais em uníssono. 

Canudo de farmácia em faiança portuguesa, rodado, ligeiramente estrangulado ao centro, com pé circular, colo baixo e bordo revirado, decorado a azul com contornos a vinoso de manganês sobre esmalte branco. Bojo decorado por paisagem do tipo oriental, de rochedos e vegetação com grandes flores, onde sobressaem um lebrão e uma garça. Colo e base com tarja de volutas rematada por filetes a vinhoso.

Cafeteira em prata portuguesa de invulgar dimensão assente em base quadrangular. O corpo tem forma de balaústre decorado com canelados côncavos e molduras ovais centrais, delineadas por grinaldas de ramos, numa gravação muito suave e minuciosa.

As linhas essenciais da peça são avivadas por frisos de perlados. Bico em forma de colo de cisne, ornamentado com duas fileiras de finos perlados e terminando numa folha de acanto. Asa lisa em pau-santo.

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