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Pote em faiança portuguesa do séc. XVII, de forma ovóide com duas asas, decorado a azul cobalto e vinoso de manganês. No bojo destacam-se dois bustos femininos com toucados à moda da época, as "Bellas", influências da majólica italiana, separados por vegetação ao sabor da porcelana chinesa.

Porcelana chinesa de exportação vidrada e decorada com esmaltes "Família Verde"

 

 

Escultura cíngalo‑portuguesa do séc. XVI / XVII de rara dimensão e qualidade com grande minúcia de entalhe. Jesus Cristo apresenta um rosto grande, ovalado e sereno, com cabelos desenhando estrias muito finas e uma madeixa pendente sobre a direita. Olhos amendoados e achinesados, nariz fino, boca pequena, grande bigode pendente e barba bifurcada em madeixas enroladas.

Placa em marfim rectangular em alto-relevo e profusamente decorada, representando a Árvore de Jessé, árvore genealógica terrena de Jesus desde Jessé, pai do Rei David.

Faiança Portuguesa
Lisboa, c.1700
Alt.: 28,0 cm
Imponente par de mangas de farmácia em faiança portuguesa, da segunda metade do séc. XVII, de formato tubular, ligeiramente estrangulado ao centro, com pé circular, colo baixo e bordo revirado, decorado a azul sobre esmalte branco.
O bojo é preenchido com as exuberantes armas da Ordem dos Dominicanos, encimadas por coroa real fechada, de onde pende uma pequena borla.
Está ladeado por elementos vegetalistas onde sobressaem folhas de acanto, cornucópias e um edifício, representando eventualmente o mosteiro.

Excepcional arcaz indo-português, executado pelos carpinteiros reinóis Diogo Moniz e Manuel Rodrigues (1620–1635), responsáveis pela marcenaria da Igreja de Nossa Senhora da Graça, do Convento de Santo Agostinho, no Monte Santo, em Velha Goa, constituído por dois corpos em teca com molduras de ébano. Frente com duas portas laterais decoradas com “Águias Bicéfalas” – Insígnia da Ordem de Santo Agostinho, embutidas em ébano e com pregaria, ladeadas por quatro gavetões com molduras de ébano recortadas.

“Oh Maman, Quelle Bonne Surprise!”

Paris 1971

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