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Par de pratos em porcelana chinesa de exportação "Companhia das Índias", de bordo recortado decorados com esmaltes “Família Rosa” em tons de azul.

Centro com brasão de armas de Pedro António L. da Costa Pina Manique e friso de flores e motivos geométricos a azul e branco. Aba com motivos vegetalistas e geométricos a azul cobalto, rematado por fio dourado (prato de sopa e prato raso).

"Composition sur Fond Vert Rythmes"

c.1960

“Todos os que Caem – I”

2009

“Le Rève Argenté”

Paris 1967

A sua forma particular identifica-se com os kagamibuta, literalmente "tampa em espelho", fazendo lembrar um manju ou doce tradicional de forma redonda, dado que a parte superior, normalmente em metal, faz lembrar um espelho.

Invulgar cofre em formato de baú, em filigrana de prata rendilhada e vazada, atribuível a mestres goeses do século XVII. Corpo de forma paralelepipédica com pegas laterais, que assenta sobre quatro pé esféricos, sendo a tampa de secção arredondada em volta perfeita, encerrando com uma exuberante flor-de-lótus desabrochada.

Pote em porcelana em forma de balaústre com colo curto com decoração de vários esmaltes, comum neste período de transição da dinastia Ming para a dinastia Qing. A decoração ocupa todo o corpo, com um fundo de espirais em vermelho-ferro, corolas de flores e folhas verdes.

Canudo de farmácia em faiança portuguesa, rodado, ligeiramente estrangulado ao centro, com pé circular, colo baixo e bordo revirado, decorado a azul com contornos a vinoso de manganês sobre esmalte branco. Bojo decorado por paisagem do tipo oriental, de rochedos e vegetação com grandes flores, onde sobressaem um lebrão e uma garça. Colo e base com tarja de volutas rematada por filetes a vinhoso.

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