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Porcelana decorada a azul-cobalto. Grande pote bojudo com corpo de seis lóbulos, que se reflectem na base e no colo, imprimindo‑lhe uma configuração sextavada. De gargalo curto e direito, foi torneado numa porcelana branca, pesada e espessa e de vidrado brilhante, levemente azulado. A decoração, num azul‑cobalto profundo, distribui-se por cinco bandas horizontais de diferentes larguras, separadas por linhas brancas.

"Sem Título"

1969

Esmalte s/ platex Assinado e datado c.i.d.

Contador com Trempe
Pau-santo, vinhático e latão
Portugal, séc. XVII
Dim. : 179x 125 x 57 cm

Proveniência: coleção privada, Bélgica

Raro pote rodado em faiança portuguesa do séc. XVII, de forma ovóide e bulbosa com duas asas e colo demarcado, pintado a azul-cobalto sobre esmalte estanífero. A decoração é densa e preenche integralmente toda a sua superfície, testemunhando o horror vacui, derivado de modelos islâmicos. Embora de nítida influência oriental a representação humana têm tipologia ocidental estando mas inserida numa paisagem orientalizante.

“A Menina Gaivota em Dias de Nevoeiro”

2005

 

Par de travessas oitavadas em porcelana chinesa de exportação da Companhia das Índias. Decoração a azul sob vidrado, com esmaltes “Família Rosa” e ouro, e o brasão de armas de Francisco António da Veiga Cabral da Câmara Pimentel (2º Serviço), Visconde de Mirandela, ao centro. Aba com padrão encanastrado onde se desenvolvem grinaldas de flores limitadas por friso a azuis.

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