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Invulgar Banca ou Mesa indo-portuguesa do séc. XVII, em teca e pau-santo com embutidos e guarnições em marfim e ébano. Decoração estilizada representando composições de motivos vegetalistas, animais e arabescos. Tampo profusamente decorado, a partir de uma rosácea central estilizada, limitada por duplo círculo com padrão geométrico de losangos alternando também com círculos, a partir dos quais irradiam de forma centrípeta ânforas com elementos vegetalistas estilizados.

Perfumador em prata portuguesa, levantada. Corpo bojudo decorado com gravado de “Flores” intercaladas por friso ondulante de folhagens, assente sobre base redonda. Tampa vazada com decorações geométricas e fitomórficas, encimada por pomo em forma de “urna”. Pega em pau-santo torneado. Alma em cobre.

Objecto de prata de âmbito civil, usado para lavar as mãos no ritual que antecedia as refeições da aristocracia portuguesa, este extraordinário aquamanil, de grandes dimensões e peso, pertence a um grupo de cerca de oito peças dispersas pelo globo.

F768Teca entalhada, lacada e dourada Arca em madeira exótica com tampo superior de levantar e duas gavetas; decoração relevada, lacada a negro, vermelho e ouro. Exterior com motivos em talha baixa em todas as faces, delimitadas por molduras lisas, revelando uma alta qualidade de trabalho, e revestida a laca negra enriquecida a ouro com a finalidade de enobrecer e de realçar a tridimensionalidade do objecto.

Raríssima escultura em fina chapa de prata repuxada e cinzelada, obra-prima de uma destacada oficina de ourives de Goa, datável dos inícios de Seiscentos, ou um pouco anterior.

“O Jovem Poeta Fernando Pessoa e uma Janela - Espaço - Poético”

Munique 1984

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