Giancola Viviano
Salva Renascentista, Palermo, Itália/ Salver, 1623-1624
Prata dourada
Ø 44,0 cm
B320
Marca Cônsul Francesco Raguseo Palermo, 1482,0 g
This gilt silver basin, an outstanding work by the Sicilian silversmith Giancola Viviano, was crafted in Palermo between 1623 and 1624, showcasing the refined artistry of the Mannerist period.
Its elaborate decoration contains three borders along the rim—unadorned, geometric, and beaded—which frame a band with alternating shells, ovals, and vegetal arabesques. The basin’s interior is adorned with a band featuring marine creatures and birds interspersed with ornate shell motifs set against a textured background of crafted waves. These framed elements are repeated within the basin’s well, whose centre is raised and displays a smooth coat of arms.
This decoration aligns with the decorative style of contemporary pieces produced throughout the Mediterranean region. Here, the plastic qualities of the silver were skillfully handled, highlighting the notable cultural exchange in which Sicily and its city of Palermo played a part[1].
The basin bears five marks: three on the front and two on the reverse. Along the rim, aligned with the central shield, is an eagle "a volo basso," with wings lowered, accompanied by the letters RUP, Regia Urbs Panormi (Royal City of Palermo), symbol of the Palermo consulate. To its left is the mark "FRC," for Francesco Raguseo, consul of Palermo between 1623 and 1624 and again in 1632, which also appears on a piatto da parata in the collections of the Museo Pepoli in Trapani (illustrated in Di Natale, Splendori Di Sicilia: Arti Decorative Dal Rinascimento Al Barocco, 2001, p. 402). On the right is the silversmith’s mark "GV," likely referring to the Palermo-based sculptor and silversmith Giancola Viviano (1590/95-1668). Born in Trapani, Viviano worked mainly in Palermo from 1615 onward. Among his notable works is the reliquary chest of Saint Rosalia, created between 1631 and 1637 for the Palermo Cathedral, where it is still preserved today[2].
On the reverse, a mark with the letter "N" and two marks with engraved arms, diametrically opposed on the rim, possibly reference the patron family of the piece.
In 1239-1240, the Constitutiones Regum Regni Utriusque Siciliae by Frederick II, King of Sicily (1194-1250), established the first regulations for gold and silver alloy production in Sicily. To prevent fraud, two officials appointed by royal approval were required to verify that the gold alloy used eight ounces of pure gold per pound (around 30%) and that silver used eleven ounces of pure silver per pound (around 40%).
In 1426, statutes regulating the quality of gold and silver objects were presented to Nicolò Speciale (1380-1444), Viceroy of Sicily, and later approved by Alfonso V (1396-1458), King of Aragon and Sicily, in 1447. The "guarantee seal" was represented by a mark bearing the coat of arms of the production city, as well as the initials of the consul who oversaw the certification process. Six consulates were established across Sicily, each with distinctive marks that remained consistent from the 15th to the 19th century in Palermo, Messina, and Catania. However, identifying individual silversmiths based on initials is challenging, as different family members, such as the Cipolla or Mercurio families, could use the same initials[3].
This gilt silver basin, attributed to Giancola Viviano, is an exceptional piece, showcasing the sophistication and high technical standards of Sicilian silversmithing of the time. Its value lies not only in the beauty of its decoration but also as an enduring testament to the history and cultural and economic practices of 17th-century Sicily. This basin stands as a lasting symbol of Mediterranean art and culture, whose splendour continues to resonate through the centuries.
A piatto da parata from the same period, similar in decorative motifs and bearing the same consul's mark, is part of the Museo Nazionale Pepoli’s collections in Trapani, as mentioned earlier.
Marta Silva Pereira
Accascina, Maria, I marchi delle argenterie e oreficerie siciliane, Trapani, Banca Sicula, 1976
Di Natale, Maria Concetta, Splendori Di Sicilia: Arti Decorative Dal Rinascimento Al Barocco, Palermo, Charta, 2001
Di Natale, Maria Concetta, Le suppellettili d’argento e corallo nelle tavole dei nobii della Sicilia dal Manierismo al Neoclassicismo, in Cucina, Società e Politica, La artii e il cibo. Modalità ed esempi di un rapporto 3, Bolonha, 8-10 de outubro de 2018
Di Natale, Maria Concetta, Arti decorative in Sicilia. Dizionario biográfico, Palermo, Novecento, 2014
[1] Cf. Di Natale, M. C., Splendori Di Sicilia: Arti Decorative Dal Rinascimento Al Barocco, 2001, pp. 402-403; Di Natale, M. C., Le suppellettili d’argento e corallo nelle tavole dei nobii della Sicilia dal Manierismo al Neoclassicismo, in Cucina, Società e Politica, 2018, pp. 256-257
[2] Cf. Di Natale, M.C., Arti decorative in Sicilia. Dizionario biográfico, 2014, p.610-611
[3] Accascina, Maria, I marchi delle argenterie e oreficerie siciliane, Trapani, Banca Sicula, 1976, pp. 22-45
Esta bacia em prata dourada, exemplo notável da ourivesaria maneirista siciliana, foi produzida por ourives Giancola Viviano, em Palermo, entre 1623 e 1624.
A profusa decoração compreende três molduras na aba - lisa, geometrizante e perlada - que enquadram uma banda onde alternam conchas, óvulos e arabescos de caráter fitomórfico. A caldeira encontra-se inteiramente adornada por uma faixa, onde criaturas marinhas e pássaros, separados por concheados intricados, se sucedem num plano parcialmente texturizado de ondas minuniosamente trabalhadas. Os mesmos elementos, apesar de delimitados por reservas, são repetidos no covo da bacia, cuja parte central é elevada e exibe um brasão liso no centro.
Esta ornamentação enquadra-se no registo decorativo de peças contemporâneas produzidas por toda a área do Mediterrâneo. Aqui, a qualidade plástica da prata foi sabiamente tratada, permitindo destacar a notável circulação de cultura em que a Sicília e a sua cidade de Palermo participavam .
A bacia apresenta cinco punções: três na frente e duas no verso. No bordo, alinhado com o topo do escudo central, destaca-se uma águia "a volo basso", com as asas caídas, acompanhada pelas letras RUP, Regia Urbs Panormi (Cidade Real de Palermo), símbolo do consulado de Palermo. À sua esquerda, a marca FRC, de Francesco Raguseo, cônsul nesta cidade entre 1623 e 1624 e, mais tarde, em 1632, letras que também encontramos num piatto da parata pertencente às coleções do Museu Pepoli, em Trapani (ilustrada em Di Natale, Splendori Di Sicilia: Arti Decorative Dal Rinascimento Al Barocco, 2001, p. 402). À sua direita, a marca de ourives GV, uma provável referência ao escultor e ourives palermitano Giancola Viviano (1590/95-1668). Nascido em Trapani, Viviano trabalhou principalmente em Palermo, a partir de 1615 e, de entre as suas contribuições mais notáveis, destacamos o cofre-relicário de Santa Rosália, produzida, entre 1631 e 1637, para a Catedral de Palermo, onde se encontra atualmente conservada .
No reverso, uma punção com a letra N e duas marcas com as armas cinzeladas, diametralmente opostas no bordo, poderão fazer referência à família mecenas da obra.
Em 1239-1240, foram editadas as Constitutiones Regum Regni Utriusque Siciliae de Frederico II, Rei da Sicília (1194-1250), os primeiros estatutos reguladores da produção de ligas de ouro e prata, na Sicília. Para evitar fraudes, dois funcionários, escolhidos por aprovação real, deveriam verificar se a liga de ouro era trabalhada com oito onças de ouro puro, por libra (cerca de 30% do total da peça) e, se a de prata tinha onze onças de prata pura, por libra (cerca de 40% do total da peça).
Em 1426, foram elaborados estatutos que regulamentam a qualidade dos objectos em ouro e prata e apresentados a Nicolò Speciale (1380-1444), vice-rei da Sicília e, posteriormente, aprovados por Afonso V (1396-1458), Rei de Aragão e de Sicília em 1447. O “selo de garantia” seria representado por uma punção ostentando o brasão da cidade onde fora produzido, assim como as iniciais do cônsul, que supervisionaria a sua verificação. Existiam seis consulados estabelecidos na Sicília, com as respetivas punções, tendo-se mantido uniformes, do século XV ao século XIX, as marcas das cidades de Palermo, Messina e Catânia. Todavia, é difícil identificar os ourives, com base nas iniciais dos seus nomes, visto que diferentes membros da mesma família podiam marcar as suas peças com as mesmas iniciais, como observado na família Cipolla ou Mercurio.
Esta bacia em prata dourada, atribuída a Giancola Viviano, é uma peça excecional que exemplifica a sofisticação e o alto nível técnico da ourivesaria siciliana da época. O seu valor reside, não apenas na beleza dos seus ornamentos, mas constitui também um importante testemunho da história e das práticas culturais e económicas da Sicília, durante o século XVII. Estamos perante um símbolo duradouro da arte e da cultura mediterrânica, cujo esplendor se perpetua através dos séculos.Um piatto da parata, produzido no mesmo período, semelhante pelos seus motivos decorativos e puncionado com a mesma marca de cônsul, encontra-se nas coleções do Museo Nazionale Pepoli, em Trapani, como mencionado anteriormente.Marta Silva Pereira
Bibliografia:Accascina, Maria, I marchi delle argenterie e oreficerie siciliane, Trapani, Banca Sicula, 1976Di Natale, Maria Concetta, Splendori Di Sicilia: Arti Decorative Dal Rinascimento Al Barocco, Palermo, Charta, 2001Di Natale, Maria Concetta, Le suppellettili d’argento e corallo nelle tavole dei nobii della Sicilia dal Manierismo al Neoclassicismo, in Cucina, Società e Politica, La artii e il cibo. Modalità ed esempi di un rapporto 3, Bolonha, 8-10 de outubro de 2018Di Natale, Maria Concetta, Arti decorative in Sicilia. Dizionario biográfico, Palermo, Novecento, 2014
This gilt silver basin, an outstanding work by the Sicilian silversmith Giancola Viviano, was crafted in Palermo between 1623 and 1624, showcasing the refined artistry of the Mannerist period.
Its elaborate decoration contains three borders along the rim—unadorned, geometric, and beaded—which frame a band with alternating shells, ovals, and vegetal arabesques. The basin’s interior is adorned with a band featuring marine creatures and birds interspersed with ornate shell motifs set against a textured background of crafted waves. These framed elements are repeated within the basin’s well, whose centre is raised and displays a smooth coat of arms.
This decoration aligns with the decorative style of contemporary pieces produced throughout the Mediterranean region. Here, the plastic qualities of the silver were skillfully handled, highlighting the notable cultural exchange in which Sicily and its city of Palermo played a part[1].
The basin bears five marks: three on the front and two on the reverse. Along the rim, aligned with the central shield, is an eagle "a volo basso," with wings lowered, accompanied by the letters RUP, Regia Urbs Panormi (Royal City of Palermo), symbol of the Palermo consulate. To its left is the mark "FRC," for Francesco Raguseo, consul of Palermo between 1623 and 1624 and again in 1632, which also appears on a piatto da parata in the collections of the Museo Pepoli in Trapani (illustrated in Di Natale, Splendori Di Sicilia: Arti Decorative Dal Rinascimento Al Barocco, 2001, p. 402). On the right is the silversmith’s mark "GV," likely referring to the Palermo-based sculptor and silversmith Giancola Viviano (1590/95-1668). Born in Trapani, Viviano worked mainly in Palermo from 1615 onward. Among his notable works is the reliquary chest of Saint Rosalia, created between 1631 and 1637 for the Palermo Cathedral, where it is still preserved today[2].
On the reverse, a mark with the letter "N" and two marks with engraved arms, diametrically opposed on the rim, possibly reference the patron family of the piece.
In 1239-1240, the Constitutiones Regum Regni Utriusque Siciliae by Frederick II, King of Sicily (1194-1250), established the first regulations for gold and silver alloy production in Sicily. To prevent fraud, two officials appointed by royal approval were required to verify that the gold alloy used eight ounces of pure gold per pound (around 30%) and that silver used eleven ounces of pure silver per pound (around 40%).
In 1426, statutes regulating the quality of gold and silver objects were presented to Nicolò Speciale (1380-1444), Viceroy of Sicily, and later approved by Alfonso V (1396-1458), King of Aragon and Sicily, in 1447. The "guarantee seal" was represented by a mark bearing the coat of arms of the production city, as well as the initials of the consul who oversaw the certification process. Six consulates were established across Sicily, each with distinctive marks that remained consistent from the 15th to the 19th century in Palermo, Messina, and Catania. However, identifying individual silversmiths based on initials is challenging, as different family members, such as the Cipolla or Mercurio families, could use the same initials[3].
This gilt silver basin, attributed to Giancola Viviano, is an exceptional piece, showcasing the sophistication and high technical standards of Sicilian silversmithing of the time. Its value lies not only in the beauty of its decoration but also as an enduring testament to the history and cultural and economic practices of 17th-century Sicily. This basin stands as a lasting symbol of Mediterranean art and culture, whose splendour continues to resonate through the centuries.
A piatto da parata from the same period, similar in decorative motifs and bearing the same consul's mark, is part of the Museo Nazionale Pepoli’s collections in Trapani, as mentioned earlier.
Marta Silva Pereira
Accascina, Maria, I marchi delle argenterie e oreficerie siciliane, Trapani, Banca Sicula, 1976
Di Natale, Maria Concetta, Splendori Di Sicilia: Arti Decorative Dal Rinascimento Al Barocco, Palermo, Charta, 2001
Di Natale, Maria Concetta, Le suppellettili d’argento e corallo nelle tavole dei nobii della Sicilia dal Manierismo al Neoclassicismo, in Cucina, Società e Politica, La artii e il cibo. Modalità ed esempi di un rapporto 3, Bolonha, 8-10 de outubro de 2018
Di Natale, Maria Concetta, Arti decorative in Sicilia. Dizionario biográfico, Palermo, Novecento, 2014
[1] Cf. Di Natale, M. C., Splendori Di Sicilia: Arti Decorative Dal Rinascimento Al Barocco, 2001, pp. 402-403; Di Natale, M. C., Le suppellettili d’argento e corallo nelle tavole dei nobii della Sicilia dal Manierismo al Neoclassicismo, in Cucina, Società e Politica, 2018, pp. 256-257
[2] Cf. Di Natale, M.C., Arti decorative in Sicilia. Dizionario biográfico, 2014, p.610-611
[3] Accascina, Maria, I marchi delle argenterie e oreficerie siciliane, Trapani, Banca Sicula, 1976, pp. 22-45
Esta bacia em prata dourada, exemplo notável da ourivesaria maneirista siciliana, foi produzida por ourives Giancola Viviano, em Palermo, entre 1623 e 1624.
A profusa decoração compreende três molduras na aba - lisa, geometrizante e perlada - que enquadram uma banda onde alternam conchas, óvulos e arabescos de caráter fitomórfico. A caldeira encontra-se inteiramente adornada por uma faixa, onde criaturas marinhas e pássaros, separados por concheados intricados, se sucedem num plano parcialmente texturizado de ondas minuniosamente trabalhadas. Os mesmos elementos, apesar de delimitados por reservas, são repetidos no covo da bacia, cuja parte central é elevada e exibe um brasão liso no centro.
Esta ornamentação enquadra-se no registo decorativo de peças contemporâneas produzidas por toda a área do Mediterrâneo. Aqui, a qualidade plástica da prata foi sabiamente tratada, permitindo destacar a notável circulação de cultura em que a Sicília e a sua cidade de Palermo participavam .
A bacia apresenta cinco punções: três na frente e duas no verso. No bordo, alinhado com o topo do escudo central, destaca-se uma águia "a volo basso", com as asas caídas, acompanhada pelas letras RUP, Regia Urbs Panormi (Cidade Real de Palermo), símbolo do consulado de Palermo. À sua esquerda, a marca FRC, de Francesco Raguseo, cônsul nesta cidade entre 1623 e 1624 e, mais tarde, em 1632, letras que também encontramos num piatto da parata pertencente às coleções do Museu Pepoli, em Trapani (ilustrada em Di Natale, Splendori Di Sicilia: Arti Decorative Dal Rinascimento Al Barocco, 2001, p. 402). À sua direita, a marca de ourives GV, uma provável referência ao escultor e ourives palermitano Giancola Viviano (1590/95-1668). Nascido em Trapani, Viviano trabalhou principalmente em Palermo, a partir de 1615 e, de entre as suas contribuições mais notáveis, destacamos o cofre-relicário de Santa Rosália, produzida, entre 1631 e 1637, para a Catedral de Palermo, onde se encontra atualmente conservada .
No reverso, uma punção com a letra N e duas marcas com as armas cinzeladas, diametralmente opostas no bordo, poderão fazer referência à família mecenas da obra.
Em 1239-1240, foram editadas as Constitutiones Regum Regni Utriusque Siciliae de Frederico II, Rei da Sicília (1194-1250), os primeiros estatutos reguladores da produção de ligas de ouro e prata, na Sicília. Para evitar fraudes, dois funcionários, escolhidos por aprovação real, deveriam verificar se a liga de ouro era trabalhada com oito onças de ouro puro, por libra (cerca de 30% do total da peça) e, se a de prata tinha onze onças de prata pura, por libra (cerca de 40% do total da peça).
Em 1426, foram elaborados estatutos que regulamentam a qualidade dos objectos em ouro e prata e apresentados a Nicolò Speciale (1380-1444), vice-rei da Sicília e, posteriormente, aprovados por Afonso V (1396-1458), Rei de Aragão e de Sicília em 1447. O “selo de garantia” seria representado por uma punção ostentando o brasão da cidade onde fora produzido, assim como as iniciais do cônsul, que supervisionaria a sua verificação. Existiam seis consulados estabelecidos na Sicília, com as respetivas punções, tendo-se mantido uniformes, do século XV ao século XIX, as marcas das cidades de Palermo, Messina e Catânia. Todavia, é difícil identificar os ourives, com base nas iniciais dos seus nomes, visto que diferentes membros da mesma família podiam marcar as suas peças com as mesmas iniciais, como observado na família Cipolla ou Mercurio.
Esta bacia em prata dourada, atribuída a Giancola Viviano, é uma peça excecional que exemplifica a sofisticação e o alto nível técnico da ourivesaria siciliana da época. O seu valor reside, não apenas na beleza dos seus ornamentos, mas constitui também um importante testemunho da história e das práticas culturais e económicas da Sicília, durante o século XVII. Estamos perante um símbolo duradouro da arte e da cultura mediterrânica, cujo esplendor se perpetua através dos séculos.Um piatto da parata, produzido no mesmo período, semelhante pelos seus motivos decorativos e puncionado com a mesma marca de cônsul, encontra-se nas coleções do Museo Nazionale Pepoli, em Trapani, como mencionado anteriormente.Marta Silva Pereira
Bibliografia:Accascina, Maria, I marchi delle argenterie e oreficerie siciliane, Trapani, Banca Sicula, 1976Di Natale, Maria Concetta, Splendori Di Sicilia: Arti Decorative Dal Rinascimento Al Barocco, Palermo, Charta, 2001Di Natale, Maria Concetta, Le suppellettili d’argento e corallo nelle tavole dei nobii della Sicilia dal Manierismo al Neoclassicismo, in Cucina, Società e Politica, La artii e il cibo. Modalità ed esempi di un rapporto 3, Bolonha, 8-10 de outubro de 2018Di Natale, Maria Concetta, Arti decorative in Sicilia. Dizionario biográfico, Palermo, Novecento, 2014