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“O Jovem Poeta Fernando Pessoa e uma Janela - Espaço - Poético”

Munique 1984

Adaga do tipo "Pesh-Kabs" com lâmina em aço damasquino, de gume simples. O punho não apresenta guardas e é totalmente revestido por finas placas de madrepérola fixas por pequenos pinos.
O formato da lâmina, em "T", é a principal característica desta tipologia. Larga junto à base do punho, adelgaça e termina em fina ponta. Este curioso formato foi concebido essencialmente para perfurar cotas de malha.
A "Pesh-Kabs" é um tipo de adaga originária da Pérsia, actual Irão, onde é denominada por "Karud", e muito apreciada no seio da corte Mogol.

“Todos os que Caem – I”

2009

Elegante adaga de formato delicado, com cabo feito de placas lisas de marfim fixas por rebites e enriquecido com rubis em cabochon encastoados a ouro com técnica de Kundan, desenhando um friso.
Lâmina em aço com elegante formato em ferrão de escorpião, assemelhando-se à das tradicionais "Bichawas".

Aço, marfim, ouro e rubis
Índia, séc. XVIII
Dim.: 22,0 cm

Par de travessas oitavadas em porcelana chinesa de exportação da Companhia das Índias. Decoração a azul sob vidrado, com esmaltes “Família Rosa” e ouro, e o brasão de armas de Francisco António da Veiga Cabral da Câmara Pimentel (2º Serviço), Visconde de Mirandela, ao centro. Aba com padrão encanastrado onde se desenvolvem grinaldas de flores limitadas por friso a azuis.

Porcelana chinesa de exportação "Companhia das Índias".

Conjunto de peças decoradas com esmaltes policromados “Família Rosa” sob vidrado, representando paisagens com pavões, rochedos e grande peónia entre outros elementos vegetalistas, terminando em bordo liso ou recortado. Esta decoração é conhecida por serviço dos pavões, um dos oito serviços que D. João VI levou para o Brasil em 1807.

Punho de adaga monolítico em jade leitoso dito "mutton fat", decorado com delicado e rico trabalho de lapidação representando motivos florais - flores de lótus inseridas em campo delimitado por pequenas pétalas - padrão típico do reinado de Shah Jahan (1628 - 1658). O chape - pequena peça que decora a boca da bainha - segue o mesmo esquema decorativo.

Jade verde-claro
Índia, séc. XVII
Dim.:
Punho: 11,5 cm
Chape: 3,0 cm

Canudo de botica em faiança portuguesa, de forma cilíndrica com ligeiro estrangulamento no centro, boca alteada e revirada, decorado a azul de contornos a vinoso de manganês sobre esmalte branco. Bojo com cartela oval e oblíqua, com a inscrição VNG. TO PALIDVM, ladeado por alguns elementos florais de influência chinesa e um imponente busto feminino com toucado à moda da época, conhecido por Bella, influência da majólica italiana. Colo e base com tarja de volutas rematada por filetes a vinhoso.

Gomil em forma de elmo invertido, onde proliferam elementos do barroco, particularmente bem cinzelados e repuxados. Apresenta boca larga e está assente em pé circular.

No bojo, a parte inferior é envolvida em ondas rocaille, que partem de uma concha de estrutura helicoidal, perfeitamente desenhada e marcada por linhas sinuosas, assente numa corola de pétalas abertas e moldurada por dois frisos paralelos de ponteados. A parte superior é lisa decorada com uma concha estilizada.

Teca, sissó e marfim (tingido e cor natural) Arqueta-escritório de tampo de levantar de caixa paralelepipédica, assente em pés de bola achatada, com estrutura de teca e faces exteriores em sissó decorado a embutidos de teca, sissó e marfim à cor natural e tingido de verde, e ferragens e pregaria em cobre vazado e dourado. O tampo de levantar dá acesso a um compartimento central rodeado na frente e nas laterais por três escaninhos (para os instrumentos de escrita), com um tinteiro e uma poeira em sissó ladeando cada um o escaninho da frente.

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