Marfim, Tartaruga e Madrepérola

Nº de referência da peça: 
F1154

Raro cofre Cingalês do séc. XVII em marfim com aplicações em prata, tampa plana de abater de dimensão ligeiramente superior ao corpo e elegantes pés em bolachas torneadas.
A base é formada por quatro painéis de aproximadamente 10 mm de espessura unidos por juntas malhetadas cegas a meia esquadria. Dois painéis de largura invulgar formam a sólida tampa, sendo a base composta por três secções.

Nº de referência da peça: 
F1121

Soberba caixa-escritório Cíngalo-Portuguesa de formato paralelepipédico em madeira exótica e marfim assentando sobre quatro pés finamente torneados no mesmo material. Os finos painéis de marfim que a revestem, delicadamente vazados e entalhados estão fixos à carcaça de madeira através de minúsculas cavilhas de marfim e emoldurados por bandas de marfim gravadas com enrolamentos característicos do repertório decorativo Cingalês.

Nº de referência da peça: 
F719

Pente em marfim esculpido em baixo-relevo e cravejado de rubis em ambas as faces. Duas apsaras ou deusas celestiais, com elaborados penteados, arrecadas e colares ao pescoço, vestidas com plissados, dançam temas rituais em uníssono. 

Nº de referência da peça: 
F678

Pente em marfim, de formato trapezoidal com dentes finos.

Nº de referência da peça: 
F953

Rara caixa de escrita em marfim, de formato paralelepipédico e tampa troncocónica, com decoração rebaixada e policromada, enriquecida com aplicações em prata, produzida no Decão, no centro da Índia e datável do século XVII.

Nº de referência da peça: 
F935

Excepcional cofre das oficinas de Guzarate, em tartaruga guarnecida a prata, datável da 2ª metade do século XVI.

F920  Rara caixa paralelepipédica em marfim com tampa deslizante, elevada por cantoneiras. Apresenta quatro faces entalhadas e decoradas com reservas polilobadas separadas por flores – crisântemos, cravos, flores-de-lótus – e com edículas de tipo persa na tampa.

F866  Raro olifante, ronca ou trompa de caça em marfim esculpido, trabalho provavelmente da Serra Leoa, do séc. XVI. De grande sobriedade de decoração, a presa é lisa, com corpo facetado, de secção oitavada, terminando numa gola de marfim mais claro, aspectos responsáveis pela raridade da peça e lhe conferem uma grande elegância. Na pequena curvatura, argola entalhada para suspensão e, na grande, dois orifícios para sopro. Um triplo anel separa-o da zona da boca decorada com estrias em ziguezague.

Nº de referência da peça: 
F767

Par de taças globosas em forma de barca, constituídas por duas calotes ovóides de madrepérola de Turbo marmuratus, unidas por placas rectangulares. Bordo com fino perlado terminando em cabeças de makara. Assentam sobre bases ovaladas.

Nº de referência da peça: 
F688

Pequeno contador de mesa com duas portas, em madeira leve. Caixa e portas cobertas com placas translúcidas de tartaruga, sob as quais é possível ver finas folhas de ouro, com o intuito de obter maior luminosidade e contraste. Interior com quatro gavetas em laca negra com decoração vegetalista a ouro. Como habitual neste tipo de objectos, a pintura e materiais mais sensíveis ficavam no interior para uma melhor proteção e conservação.